terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

No Consultório com Clara...

No fim de alguma ausencia, mais um  relato de uma aventura, desta vez com Clara, uma medica linda.
Cheguei as 19h55m, às 20h00m em ponto chamou-me para entrar no seu consultório. Era uma morena de olhos castanhos, com metro e sessenta mais ou menos, cabelos longos e negros e um corpo realmente muito bem proporcionado, morri de desejo, porque é quase o meu tipo ideal de mulher. Sentou-se atrás da secretária e eu sentei-me em uma poltrona muito macia de couro de frente para ela.
Falamos de coisas típicas de uma primeira vez e ela contou a sua fantasia, de estar com um utente naquele consultório como já tinha contado no e-mail que me enviara..
Depois de uns 15 minutos de conversa, levantamo-nos e fomos beber um café da maquina self service,
Durante o café me surpreendi com ela olhando-me fixamente nos olhos, e foi quando lhe prupos deixar a sala de espera e começar a consulta J, como uma etapa a mais da terapia, a usar a maca. Aceitei, iniciou por me ver a pulsação, oscultar….
Estava a decorrer a suposta consulta, quando senti que lentamente Clara se aproximou mais da maca, sem deixar de me fazer perguntas sobre a minha saude até que dei conta de que Clara havia parado na cabeceira da maca até que senti suas mãos se apoiarem sobre meus ombros, suave, mas firmemente, pressionando um pouco e começando a acariciá-los em círculos.
Nunca deixei transparecer a surpresa e excitação que essas massagens me causavam, simplesmente continuei falando como se fosse uma consulta normal. Dos ombros, as mãos de Clara seguiram seu caminho por meu corpo e chegaram ao primeiro botão da camisa que estava fechado. A esta altura era inevitável que ela desse conta de que minha respiração já estava acelerada com aquela presença magnifica e que não era o único sinal da excitação que estava se apoderando de mim. J Por cima das calças, começou-se a fazer notar meu mastro, endurecido pela tesão que equelas mãos estavam me a dar e minhas pernas estavam começar a separar-se lentamente. A boca de Clara havia se aproximado de meus ouvidos para que eu pudesse sentir ali seu hálito quente e suas palavras suaves:
-"Relaxa e continua, isto é só o começo".
Suas mãos começaram a desabotoar a camisa e meter-se entre a camisa e a acariciar meu corpo e mamilos, o que me fez emitir um gemido involuntário ao sentir suas mãos frias sobre eles. Envolveu-os delicadamente com seus dedos, pressionou-os e se dedicou a beliscar levemente meus mamilos para depois passar suas mãos ao redor e deixá-los duros como pedra, já pareciam os de uma mulher excitada nessa altura pouco me importava se estava ali a trabalhar, só queria que aquele momento que estava a viver com ela continuasse, que não parasse, que me desse mais e mais, que suas mãos continuassem seu caminho por todo meu corpo. J (e eu e que estava a receber!)
Sem poder suportar mais essas carícias com seu corpo tão longe de mim, puxei-a pelas mãos e coloquei-a frente a mim, queria ver seus olhos, queria que visse os meus, queria que visse minha boca molhada, meus olhos cheios de desejo. Sentou-se na beira da cama, aproximou sua boca da minha e começou uma festa de beijos. Sua língua e a minha se encontraram desejosas, quentes, frenéticas. A sua percorreu cada parte de minha boca, meu céu da boca, meus dentes, as paredes internas de minhas bochechas e a minha se dedicou aos seus lábios, a molhá-los incessantemente, a lamber os lóbulos das orelhas, e eu a retribuir todo aquela carinho e desejo, para estabelecer essa batalha maravilhosa que estava a decorrer.
Suas mãos não largaram meu corpo, continuavam beliscando e puxando meus mamilos até que eu coloquei os seus em minha boca e Clara soltou um suspiro de desejo. Clara lambeu meus peitos depilados com sua língua maravilhosa, deixando-os molhados com sua deliciosa saliva, e os dela não podiam ficar mais duros do que já estavam. Tomei cada mamilo entre meus lábios estirando-os, chupando-os, mordendo-os, fazendo-lhe sentir prazer sem fim, praticamente mamei em seus peitos como se fosse uma criatura de poucos meses, tratando de obter meu alimento diário.
Ao mesmo tempo em que sua boca começa a descer pelo meu corpo, suas mãos continuavam retirando minha roupa de forma precisa, tirando a camisa fora de minhas calças e tentando desabotoá-la com suavidade.
E eu começo com minhas maos a fazer ezactamente o mesmo e massajando seu clitoris por cima da roupa….
Como me excitas através da roupa, disse Clara, como estou a ficar louca de tesão. Assim, abri minhas pernas para que trabalhasse com mais comodidade e ela começou acariciar meu amiguinho sobre as calça. Sua palma aberta subia e descia por toda a extensão do meu amiguinho, pressionava lentamente a cabeça, deixando-me quase louco de tesão, enquanto isso continuávamos nos beijando.
Retirou o resto da minha roupa e voltou a dirigir a sua boca molhada pelo meu corpo até ao meu amiguinho,
-Hummmmm... me agrada muito saber que está depiladinho, fica delicioso...
Queres mais caricias ou preferes que eu meta os dedinhos??? Essas palavras bastaram para que ela mesma arrancasse as calças e arriasse sua tanga ficando despida em cima de mim. Uma de minhas pernas ficou sobre a maca enquanto a outra ficou largada, com meu pé esquerdo apoiado sobre o piso. Clara se ajoelhou de frente para minhas pernas abertas e sua boca se dedicou ao meu mastro, me transportando a outro mundo. Eu pedi-lhe para se virar para mim, e ela se colocou na posição de 69,
- Estás tão molhada!!! – Disse-lhe eu,sua vagina estava tão molhada, tão brilhante, tão cremosa.
- Verdade? Quero que me metas os dedos, molha-os e esparrama meu líquido entre os lábios de minha amiguinha.
–Gostas assim, gostosa? - perguntei enquanto metia dois dedos bem no fundo, dava meia volta dentro dela e os retirava ensopados, para depois lubrificar os grandes e pequenos lábios da sua vagina.
- Mais, dá-me mais, dá-me tua língua,chupa-me, chupa-me bem devagar.
E a minha língua  se dedicou a lamber-lhe, a recolher seu líquido desde o seu interior para espalhá-lo de frente para trás, até chegar ao buraquinho do seu cu, que a essa hora pegava fogo como todo o resto do meu corpo.
- Quero que me comas inteira... Tu és tão gostoso!!!, diz ela em forma de suspiro
- Tua lubrificação é deliciosa, hummmmmmmmmmm. Neste instante coloquei um dedo na sua vagina, mas ao mesmo tempo um outro no buraquinho do seu cu e pressionava no meio, como querendo juntar as paredes de ambos os lados no centro, fiz ela dar um enorme suspiro de prazer, estava sentindo e ouvindo, consciente de seus gemidos.
–Quero te ouvir gemer, quero saber o quanto estás a gostar... Diz-me o quanto gostas... Diz-me
- Continua, continua...
- Diz-me o que queres que eu te faça... Morde meu clitóris... Passa a língua aiiiiiiiiiii. Aí Clara começou a lamber meu mastro com mais intensidade e seus amigos primeiro em círculos, enchendo de saliba, para depois subir e descer deixando-o duro como uma rocha. Quando estava duro e grosso, tomou-o na sua boca, bem fundo.
– Faz de novo... Faz de novo – pedi-lhe quase desesperado.
– Tu gostas de verdade? Gostas que te faça estas coisas? E podes continuar... - Mais, não pares, faz mais, faz o que quiseres.
E aí continuei, lambendo seu clitoris que estava cada vez mais saliente e duro e em seu cuzinho enfiava meus dedos sem descanso, sentia que estava super quente e inundada com seus próprios líquidos por todos os lados. O consultório estava inundado com odor de sexo e ela continuava a fazer um oral de ir aos céus enquanto que a outra mão não deixava de arrastar-se ao longo do meu corpo.
- Não aguento mais... Não aguento mais... Mete os dedos todos na minha cona,mete -  pediu ela ansiosa para chegar ao orgasmo com meu amiguinho bem no fundo da sua garganta.
– Assim? -  perguntava enquanto metia e tirava dois dedos da sua cona.– É isto que tu queres?
– Hummmmmmmmm, sim, sim, sim, siiiiiiiiiiiimmmmmm, mais, mais, maiiiiiiiiisssssssssssss. E sem controle, meti-lhe e tirei os dedos gloriosos de sua cona até que as pernas dela se elevaram sobre meu rosto, ficou apoiada nas pontas dos pés e explodiu em um orgasmo poucas vezes visto, ao mesmo tempo que lhe dei todo o meu leitinho naquela boca. Quando nos recomposemos daquela "sessão", Clara me olhou fixo nos olhos e me disse:
– A sessão terminou
...

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