sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Uma aventura que prometi escrever..

Nada me excita mais do que uma mulher tímida.
Desde a escola era assim. As tímidas eram menos desejadas pelos outros homens, mais espertos e aventureiros.
Certa noite, estava eu no msn, solicitam-me um pedido de amizade, como sempre faço aceitei. Era uma mulher muito tímida, trocamos algumas mensagens para quebrar o gelo e algumas fotos, ate que ela me diz que esta sozinha e não sabe o que é ser desejada. Mais umas mensagens que trocamos até que ela me questionou como poderíamos estar os dois.
Questionei, porque queria isso pois era uma mulher linda não necessitaria de pagar para isso.
Ela respondeu: “Os garanhões estão literalmente riscados da minha lista. Já estive com alguns, mas sempre me decepcionaram. Fazem todo aquele jogo de sedução, mas depois, quando acham que já me têm, esquecem de todas as boas maneiras iniciais.”


A Ana (nome fictício) é uma mulher linda, já a tinha visto nas fotos mas quando cheguei ao hotel e ela me abre a porta do quarto, com um vestido curto, e justo, preto onde seus caracóis loiros pousavam, fiquei encantado. Era um anjo de mulher um sorriso tímido, mas ao mesmo tempo sedento de desejo. Cumprimentamo-nos com dois beijos e disse que iria tomar um banho, Ela aguardou e quando saio do banho lá estava ela a olhar para a cidade pela janela, eu aproximei-me de toalha na cintura, e coloquei minhas mãos em seus ombros, senti que ela estava bastante nervosa, seu coração sentia-se à distância. Dei-lhe um beijo no pescoço muito suave e fui preparar um whisky, para ela descontrair um pouco.


Ela deu um gole no whisky fazendo careta. Não parecia nada gostar de álcool.
Coloquei a TV num canal de música bem calma, e aí ela começou a soltar-se e a falar… Não tocou mais no whisky!
Sentei-me no sofá e disse que nada aconteceria sem ser da vontade dos dois, ela sorriu.

- Tens medo de mim?
- Não, não é isso.
- Então é o quê?
- Na verdade… nunca imaginei que estaria com um homem como Tu.
- Então não imagines mais nada… Deixa acontecer…
- Não sei o que fazer.
- Não precisas… Deixa que tudo acontecerá.

Disse para ela se deitar na cama de bruços, e aí aproximei-me, comecei a massajar seu pescoço, muito suavemente, e desci as mãos ate ao fecho do vestido, e muito lentamente abri o mesmo até ao fundo… Fui buscar o óleo que levava no casaco e iniciei uma massagem muito suave nas suas costas, até que ela pede para tirar o vestido e fica só em tanga, que corpo esta mulher tem, invejável para muitas modelos, acreditem.

Ana, volta a deitar-se e eu continuo a passar o óleo em suas costas, muito suavemente, muito lentamente fui descendo até percorrer as pernas, primeiro uma, depois outra, volto a subir até as costas, pescoço e dei um pequeno selo em seu pescoço. Ela olhou para mim e sorriu..
Aí, eu fui descendo pelas costas com minhas mãos, e dei um jeito na cintura dela para se virar, espalhei mais um pouco de óleo no seu peito e barriga e ela soltou uns pequenos gemidos, então eu levo meus lábios ate sua barriga, dou uns pequenos selos e vou descendo ate estar com a sua roupa interior a separar meus lábios do seu clítoris, muito suavemente massajei por cima da tanga enquanto beijava o interior das pernas em direcção a um local que tinha ficado bastante húmido de repente.

- Podes tira-las e acaricia-la com tua lingua… - sugere ela, já eu estava a chegar aos seus lábios vaginais.

Lambi e chupei, como um se uma fruta proibida se trata-se. Eu tirava a língua e colocava a outra vez, bem devagarinho. Ela gemia bem devagarinho e com minhas mãos acariciavam seus peitos…
Deixei que ela sentisse o meu amiguinho a crescer, ela já fervia, de tanto desejo.

Subi, pelo seu corpo até meu amiguinho passar bem duro em sua cona molhada, segui com ele até seu peito e aí ela agarra-se a ele com uma convicção de saber o que queria, finalmente tinha soltado a puta que existia dentro de toda aquela timidez inicial.

Que boca quente ela tinha, brincou com meu mastro durante algum tempo, enquanto me olhava com um olhar sedutor, ameaçador, traiçoeiro e misterioso. Viramos de posição, eu sentado na cama e ela senta no meu colo. Foi descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar. “Vamos brincar de elevador…” – eu disse, maroto. Quando eu cheguei no fundo, ela gemeu. Continuou rebolando, subindo e descendo.
Suspiramos, gememos, e depois que ela gritou, eu me senti à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ela começou a tremer das pernas. Joguei minhas costas para trás e Ela se virou para cima de mim e meteu mais.
Ela gozou. Senti o seu fluxo escorrer. Suas pernas tremiam. Ela parecia até soluçar.
Abraçamo-nos, suados, e ficamos a dar longos e demorados beijos durante horas. E voltamos a repetir novas posições e fantasia ate amanhecer…
Aí ela aurorizou que me vestisse e disse que eu viria embora, mas, que já mais esqueceria aquela noite..

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